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Salvador

12/10/2021 08:10

Draco e COE interceptam principais suspeitos de roubos a bancos

Um dos alvos prioritários do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) foi interceptado junto com um comparsa, na BR-324, altura do bairro de Valéria, na segunda-feira (11). O homem que tinha mandado de prisão por roubo a banco em aberto, é apontado como principal responsável pelos diversos ataques a instituições financeiras, ocorridos este ano na Bahia. Outro envolvido também foi alcançado pelos policiais civis do Departamento e da Coordenação de Operações Especiais (COE), com o apoio do Núcleo de Operações do DHPP.  

  

De acordo com o diretor do Draco, delegado José Bezerra Júnior, a dupla planejava outro ataque quando foi interceptada. “Conforme as investigações, eles estavam articulando outra ação criminosa. Ainda não temos detalhes sobre o alvo, mas tudo está sendo apurado. As equipes foram recebidas a tiros. Houve confronto e os dois foram socorridos para uma unidade de saúde, mas não resistiram”, pontuou.  

  

Durante o confronto, um policial também foi atingido, passa por atendimentos médicos e não corre riscos. Ainda de acordo com o delegado, o grupo liderado pelo homem é investigado pela autoria de diversos ataques a agências bancárias na Bahia, entre estes, os ocorridos em Salvador, nos bairros de São Caetano, Largo do Tanque, Cajazeiras, Itapuã e Pirajá, além do cofre de um posto de combustíveis, em Simões Filho, na segunda-feira (11).  

  

“Essa liderança tinha um papel relevante no planejamento das ações criminosas, bem como na articulação de crimes em outros estados. O segundo envolvido é apontado como o explosivista deste grupo. Ele manuseava e instalava os artefatos. Com estes dois suspeitos alcançados, o grupo está desarticulado, uma vez que o terceiro integrante de maior relevância encontra-se preso”, detalhou. 

  

O Draco continua as diligências e levantamentos em campo, com o objetivo de localizar e prender outros suspeitos de envolvimentos com os crimes cometidos contra instituições financeiras.  

  

Ascom-PC / Tony Silva 

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