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Policiais Civis passam por treinamento de tiro


Com o objetivo de ampliar e atualizar conhecimentos sobre segurança, manuseio, exercício e técnicas de tiro, delegados, escrivães, agentes e peritos estão participando, na Academia da Polícia Civil (Acadepol), do curso de Capacitação Permanente em Armamento e Tiro, lançado em abril deste ano, com muito sucesso, pela Polícia Civil da Bahia. Mais de 170 profissionais já passaram pelo treinamento, aguardado por outros servidores da instituição. A participação no curso é voluntária
A diretora da Acadepol, delegada Célia Maria Miranda Costa, uma entusiasta deste modelo de reciclagem, lembra que a idéia de oferecer treinamentos como este surgiu em meio à própria modernização da Polícia Civil, que está substituindo todo o armamento utilizado por seus servidores policiais. A delegada ressalta que os conhecimentos adquiridos no curso de Armamento e Tiro asseguram tanto a integridade física do profissional que manuseia arma, quanto do cidadão por ele protegido.
“Observamos que houve uma redução considerável no número de acidentes com arma. Os policiais demonstram sentir-se mais seguros na sua rotina de trabalho, incluindo o porte do armamento durante as ações na rua”, ressalta a diretora da Acadepol.
Com carga horária de 10 horas, o treinamento é ministrado por quatro investigadores instrutores, com larga experiência. Os alunos recebem aulas teóricas e práticas para o manuseio das cinco armas utilizadas hoje nas ações da Polícia Civil: pistola 24/7, pistola PT 940, submetralhadora Samai, calibre 40, carabina ponto 40 e metralhadora MT 12, calibre 9 ml.
A primeira etapa do curso é realizada pela manhã, com aula teórica interdisciplinar, sobre ética profissional, legislação, direitos humanos, disciplina, controle emocional, manuseio da arma, medidas de segurança, princípios fundamentais do tiro, além de montagem e desmontagens das armas. O aluno também aprende a se comportar com o armamento, protegendo terceiros e a si próprio.
Os instrutores passam informações sobre Técnicas Operacionais da Ação Policial (TOAP), pontuando as práticas eficientes para abordagens e cumprimento de mandado de prisão, entre outras atividades. As aulas são coordenadas pelos investigadores Edvaldo Lima da Silva, Francisco de Oliveira Santos, Julberto Nascimento Carvalho e José Augusto Macedo, todos com mais de 30 anos no serviço público, lotados na Acadepol. A iniciativa contempla também servidores lotados no interior do estado.
Estande de tiro
As inscrições para o curso são feitas na sede da Acadepol, na Mouraria. O aluno preenche a ficha de inscrição e aguarda ser chamado, por ordem de chegada. Cada turma é composta de 20 alunos e as aulas são realizadas em sala especial e no estande de tiro da Polícia Civil da Bahia, no Complexo Policial dos Barris.
A parte prática do treinamento ocorre na segunda etapa, à tarde, quando o aluno vai exercitar o que aprendeu na aula teórica, pela manhã. Cada aluno efetua 105 disparos, recebendo toda a orientação dos instrutores. Ao final do dia, o grupo forma um círculo e cada aluno faz um balanço sobre as atividades, destacando os novos conhecimentos adquiridos durante as aulas.
De acordo com o instrutor Edvaldo Lima, os alunos assimilam bem os ensinamentos. “De um modo geral, o policial sai do treinamento com mais domínio sobre quando e como usar a arma, ou não usá-la de forma indevida”, explica o instrutor, pós-graduado em Políticas e Gestão de Segurança Pública.
Profissionalismo
Na avaliação de um dos alunos, o delegado Carlo Alberto de Jesus da Costa, os instrutores estão muito bem preparados e estruturados. “São profissionais de nível técnico bastante elevado, donos de competências que extrapolam o nível exigido para uma formação desse porte”, salientou, para concluir: “Eles mostram a responsabilidade de quem tem uma arma na mão”.
A qualidade didática dos instrutores, segundo o delegado, motiva os alunos, que se mantêm permanentemente atentos às aulas. “No período entre 7h30min e 19h30min interrompemos a atividade apenas uma hora e 10 minutos para o almoço e ninguém reclamou”, lembra Carlos Alberto Costa.
Para o investigador César Valentim de Oliveira Carvalho, o treinamento foi positivo, acrescentou novos conhecimentos. Segundo ele, todos os policiais deveriam se inscrever e participar. A delegada Safira Maria da Mota Lins, também presente ao treinamento, destacou a precisão e objetividade dos instrutores. “Eles dominam o assunto, e por conta disso, o treinamento foi uma atividade proveitosa, sobretudo quanto às normas de segurança. Precisamos realmente observar os cuidados com o manuseio da arma, principalmente nas ações de combate à criminalidade ”, assinalou.
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